Diretora da Sathya Maquinarias
Op-GC-03
Quando recebi o convite para escrever este artigo, pensei: como transmitir a importância deste período de transição de forma clara, simples e que provoque um real movimento para a transformação de um paradigma? O fato é que o Brasil tem uma oportunidade única de se transformar, junto com a Índia, no maior produtor de biomassa do planeta, em um lapso muito curto.
Gerente de Marketing da DMB
Como na maioria das tecnologias da cultura da cana-de-açúcar, o plantio mecanizado no Brasil começou na década de 1970, oriundo da Austrália. Nessa época, ficou restrito mais no campo da curiosidade do que como uma necessidade, uma vez que era farta a disponibilidade de mão de obra braçal, principalmente para a colheita da cana. Como era prudente manter essa mão de obra empregada na entressafra, utilizava-se esse contingente para o plantio da cana, principalmente o de 18 meses.
Presidente do Sindicato Rural de Jaboticabal
Passados alguns anos da minha atuação de forma mais intensa junto às atividades econômicas e políticas do setor sucroenergético, vejo que, infelizmente, as coisas caminham pouco. Pior, tendem a tomar rumos que não interessam ao setor, nem à sociedade como um todo, mas satisfazem o ego de alguns coadjuvantes do próprio setor ou de ideólogos de plantão, principalmente de figuras que ocupam cargos públicos.
Presidente da Abag e da Canaplan
O presente texto aborda uma das mais duras realidades que o agronegócio canavieiro enfrentou em sua história: uma espécie de crise “montada”, despertada na esteira das consequências da crise global de crédito de 2008 e na negativa tentativa de mudança do modelo econômico do Governo Federal, com recaída no controle de preços de combustíveis, crença nos impactos do suporte ao consumo popular e procurando decidir quais os setores que iriam dar certo, com empresas campeãs.